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Os altos índices de acidentes com envolvimento de motos em Manaus e a falta de segurança no transporte de duas rodas, foram alguns dos assuntos debatidos no Plenário Adriano Jorge, da Câmara Municipal de Manaus, na manhã desta segunda – feira (5). Os parlamentares discutiram possíveis soluções que podem ser oferecidas pelas empresas fabricantes dos veículos.
O vereador Homero de Miranda Leão, do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) deu início à discussão. Para o parlamentar, que é médico e vive a realidade dos acidentes em Hospitais, é preciso buscar medidas mais energéticas na diminuição dos acidentes. “A cada dia que passa é comum vermos acidentes com envolvimento de motos nas avenidas de Manaus. Precisamos cobrar posturas do Departamento de Transporte do Amazonas (Detram), e realizar campanhas de conscientização para que esse número diminua”, disse.
O vereador e ouvidor da Casa, Wilton Lira, do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), disse que o certo seria acabar com a emenda que regulariza a profissão de mototaxistas no Estado. “Eu sou contra essa regularização, sempre fui! As pessoas não percebem o quanto é perigoso esse transporte, pois para motos não existe equipamento de segurança que salve a vida, de quem dirige ou de quem é transportado”, enfatizou.
As empresas fabricantes de motocicletas, na opinião dos parlamentares, também deveriam se responsabilizar pelos acidentados. “Uma das medidas que deveriam ser tomadas é a criação de um fundo de proteção, oferecidos pelas empresas fabricantes aos acidentados, já que eles inventaram um equipamento que não oferece proteção nenhuma à vida. Se ao menos as motos tivessem um controle de velocidade mínima, poderia ser que o quadro fosse menos agressivo”, falou Gilmar Nascimento, 3º Secretário da Câmara Municipal de Manaus.
Atualmente existem mais de 12 mil mototaxistas cooperados só no município de Manaus.
Fonte: Revista Mundo Moto
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