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Entre
os dias 21 e 26 de outubro, no Expo Center Norte, em São
Paulo, aproximadamente 250 empresas mostraram ao país o que
há de mais moderno no segmento das motocicletas. Juntos,
o V Salão Nacional e Internacional das Motopeças,
organizado pela Anfamoto, e o 1º Salão da Motocicleta,
evento da Megacycle, receberam um público de cem mil pessoas,
que viram de perto as principais novidades do setor.
Nesta edição, além do aumento significativo
de público presente ao evento, muitos expositores também
investiram mais em seus estandes, em relação ao Salão
de Motopeças de 2006. Isso porque, na edição
anterior, o retorno nos negócios foi bastante significativo,
além do atual crescimento do mercado de motopeças.
Os empresários aproveitaram a chance para encaminhar negócios,
conhecer novos parceiros e apresentar seus produtos a um público
diferenciado, o público final. “Para nós, uma
das vantagens da parceria entre Anfamoto e Megacycle foi mostrar
a nossa marca ao consumidor final, que na hora de escolher uma peça
para sua moto reconhecerá aquela que viu no Salão”,
ressalta Luís Fernando Chaim, analista de marketing da Laquila.
Chaim acredita que o Salão é uma oportunidade fundamental
para as empresas superarem a crise. “Mostrando a sua marca,
aparecendo e criando contatos para o futuro, a empresa se prepara
para quando esse momento de crise financeira passar, aproveitando
o crescimento que certamente vai ocorrer”.
A Motociclo S.A. também aprovou a parceria dos organizadores
e, apesar da crise, acredita que o mercado de motopeças continuará
a crescer. Eli Pereira, diretor comercial da empresa, ressalta que
“a Anfamoto inovou com a parceria com a Megacycle e com o
Emerson Fittipaldi, e isso tornou o V Salão o maior dos quais
já participamos, o melhor dos últimos tempos”.
Embora as expectativas fossem as melhores, algumas empresas temeram
que a presença do público final pudesse atrapalhar
os negócios. Victor Hugo C. Brandani, diretor da Brandy,
acredita que isso foi um ponto negativo, mas compensado pela exposição
da marca. “O número de visitantes é maior e,
para nós que investimos aqui, quanto mais pessoas virem nossos
produtos, melhor para a empresa. As pessoas passam a conhecer a
nossa marca, e isso é um diferencial”, acrescenta.
Montadoras
Para
as montadoras, participar de um evento que é parceiro do
Salão de Motopeças foi extremamente positivo. Além
de apresentar as mais diversas motocicletas do segmento aos consumidores
finais, mostraram suas novidades e os novos sistemas aos empresários
do ramo de motopeças.
A Amazonas Motocicletas Especiais (AME) apresentou sua moto bicombustível
C1, desenvolvida em parceria com a Delphi, que implicará
em adaptações do setor de motopeças tal como
ocorreu no mercado automobilístico.
Sérgio Vieira, gerente de marketing da Garinni Motors, notou
uma boa repercussão do público e considera o evento
uma importante oportunidade para fazer contatos. “O Salão
da Motocicleta, em parceria com o das Motopeças, nos dá
a chance de apresentar os novos modelos e de conhecer novos parceiros,
beneficiando nossos negócios”.
O setor motociclístico cresce de forma que a iniciativa de
unir dois salões acompanha o potencial desse mercado. A qualidade
com que foram apresentadas as empresas e organizado o evento somou
expectativas para a próxima edição.
Opinião
AVALIAÇÃO
DO V SALÃO DAS MOTOPEÇAS
Opiniões, sugestões e críticas são sempre
bem-vindas. Elas são a base que a Anfamoto precisa para que
cada nova edição do Salão Nacional e Internacional
das Motopeças seja ainda melhor. Assim, fabricantes, distribuidores,
representantes, lojistas e órgãos da imprensa especializada
foram unânimes em afirmar a excelente qualidade do evento,
com ênfase especial para novos contatos, negócios e
oportunidades para expor a qualidade e tecnologia alcançadas
pelo segmento.
Dentre as opiniões, alguns temas foram predominantes para
a maioria dos expositores. A abertura do Salão para o público
consumidor é um exemplo. Alguns participantes elogiaram essa
novidade, outros disseram preferir o Salão como era antes,
com foco nos negócios. Apesar dessa divergência, alguns
acreditam que a melhor opção seria reservar um período
somente para o público e outro apenas para a realização
de negócios.
O tempo de duração do evento foi outro ponto bastante
lembrado. Alguns expositores acham que o Salão deveria ser
mais curto, começando na quarta e terminando no domingo.
Outros dizem que o melhor mesmo seria o Salão terminar no
sábado, e o domingo ser utilizado para os expositores retornarem
às suas cidades. Sobre o próximo Salão, 91%
das pesquisas respondidas apontaram para a realização
do nosso evento a cada dois anos, para não coincidir com
o Salão já existente.
O ambiente, festivo e amistoso, muito propício para a troca
de experiências, realização de importantes contatos,
encaminhamento de negócios, bem como para o reencontro com
amigos, também foi tema destacado pelos participantes. A
avaliação dos expositores foi muito significativa
para a excelente qualidade dos estandes.
Para muitos, o evento apresentou um visual acima das expectativas.
O
resultado da avaliação
apresenta os seguintes números:
1)
Alimentação ( 6,91 )
2) Assessoria de Imprensa ( 7,15 )
3) Atendimento / Informações ( 7,79 )
4) Atendimento ao expositor
(período de montagem / desmontagem) ( 7,78 )
5) Comunicação (placas indicativas dos estandes
e serviços) ( 7,63 )
6) Credenciamento antecipado ( 7,47 )
7) Distribuição de convites ( 6,76 )
8) Limpeza ( 8,41 )
9) Público de negócios ( 8,07 )
10) Público visitante / Convidados ( 7,82 )
11) Organização ( 8,21 )
12) Segurança ( 8,21 )
13) Visual (apresentação geral dos estandes) ( 8,78
)
Média
Geral ( 7,76 )
Diante
desses números, estamos cientes de que podemos melhorar muito
em todos os aspectos. Mas, para tanto, é imprescindível
continuarmos contando com a confiança e a participação
de todos no VI Salão das Motopeças.
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